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Citibank, Itaú e Credicard voltam a ser condenados por dispensa discriminatória de funcionária.

28/07/2015 Direito do Trabalho

A empregada foi desligada logo após ingressar com ação trabalhista contra as empresas para cobrar inúmeros direitos que não lhe estavam sendo pagos. A Juíza entendeu que a autora foi perseguida e dispensada, unicamente, por possuir reclamatória trabalhista contra as rés.

Além da nulidade da dispensa com pagamento de indenização correspondente aos salários e demais verbas do período do afastamento, os bancos também foram condenados a pagar diferenças de salário, gratificações semestrais, horas extras excedentes à 6ª diária, indenização por danos morais, diferenças de remuneração variável, bem como pela supressão dessa verba após a venda da Credicard ao Itaú, férias que a empregada era obrigada a vender, adicional noturno, ajuda alimentação, PLR, etc.

Da decisão cabe recurso.

Fonte: MCLK Advogados

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